quarta-feira, 30 de julho de 2014

369 - A culpa é das estrelas (Resenha)

Uma obra fantástica! Linda, linda, linda; simplesmente!

Com uma escrita orquestrada de maneira irônica e divertida, John Green nos leva a uma depressiva realidade, o Câncer! Através de Hazel Grace, a protagonista, passamos a sentir na pele o que é ser como uma “granada”, ou uma “bomba relógio”, que simplesmente irá se explodir em breve para nunca mais o ser.

A garota vive um romance com Augustus Waters, outro portador da doença, com o qual vive dias inesquecíveis de alegria ao decorrer do livro onde até partem para Amsterdã em busca de um exilado escritor de um livro que a conquistou, mas que aparentemente não tinha um final. A partir disto o leitor é conduzido a uma experiencia com a fragilidade da vida. Vemos como tudo é remoto, simples, e passageiro através da obra do personagem/escritor “Peter Van Holten”, que termina a sua historia “de repente”, dando a entender q assim é a vida: De uma hora para a outra ela se acaba.

A simplicidade dos momentos vividos pelo casal nos mostram como desprezamos os nossos dias. Os dois tem uma doença terminal: Ele perneta e ela com insuficiência respiratória, sempre conectada ao Filipe (o nome que da ao seu respirador com o qual vive unida). Os leitores, a maioria plenamente saudáveis e com uma vida de certamente décadas pela frente, são incondicionalmente guiados a percepção de que reclamamos da vida e desprezamos nossos dias em marasmos e fúteis lágrimas.

O desfecho da história é suavemente trágico e muito emocionante! Seu término é como Peter fez em sua obra: De repente! Ou quase desta maneira. O que nos faz sentir a realidade da vida que por pouco tempo ainda viveremos. Sim! De um jeito ou de outro; queira você ou não... Ela vai terminar.

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