terça-feira, 2 de julho de 2013

361 - Transtornos de inferioridade

Teoria de Psicologia – 07/13 – Adrian Mcoy



Dada a questão desta, faz-se, à principio, necessária a divisão de tal patologia em três classes: Transtorno de inferioridade controlado (TIC), Transtorno de inferioridade atenuado (TIA), Transtorno de inferioridade grave (TIG).


Acerca do TIC (Transtorno de inferioridade controlado):
Patologia de característica controlada devido a mesma ter sido adquirida após a infância, sendo assim instalada no pré-consciente do ser, permitindo a este a percepção das ações de tal malefício e por conseguinte o seu controle, embora, ainda assim, as dores provenientes desta percepção iniciem a formação de um acúmulo negativo de tristezas ou decepções, os quais migrarão para o inconsciente e poderão chegar a ocasionar um quadro de depressão.

- Diagnóstico:
O individuo age sempre de maneira normal até o momento em que é confrontado por um assunto quase sempre simples, um símbolo tolo, mas tal coisa causa-lhe um incômodo onde ninguém consegue entender, tão pouco ele; porém, dificilmente isto fará com que a pessoa tenha comportamento ofensivo, pois outros símbolos compensam as dores que lhe formaram o malefício.

-Tratamento:
O indivíduo deverá relatar a situação em que sentiu-se estranhamente atingido para que assim o profissional possa se aperceber qual o símbolo gerador da patologia e coloque o mesmo em confronto com seu paciente. – Ou realizar a análise de seu passado como de costume. - A pessoa então perceberá a raiz de sua estranheza e se aperceberá o quão inócuo é teu proceder. Não obstante, apenas conhecendo tal coisa, esta passará a lhe dar muito melhor com a patologia, controlando-se devidamente.


Acerca do TIA (Transtorno de inferioridade atenuado):
Patologia adquirida na infância, mas encoberta por outros fatores, ficando assim como um “mal adormecido” na mente do indivíduo. Porém, este sujeito “inativo” passa a despertar a partir do momento em que uma situação semelhante a qual gerou-lhe um trauma na infância é encarada, fazendo com que a mente desencadeie um processo sobremaneira estressante onde uma alta carga do inconsciente é migrada ao consciente fazendo a pessoa relacionar o agora com o passado de maneira desproposital, e, por esta razão, agindo de forma incoerente com a situação presente, causando assim estranhezas e inimizades.

- Diagnóstico:
Similar ao da TAC; porém, tende a ser uma pessoa dúbia devido a um certo descontrole de seus sentimentos frutos dos traumas de seu passado. É a pessoa que entende-se como “de lua”; uma hora está bem consigo, na outra de mal com o mundo.

-Tratamento:
Similar ao da TAC.


Acerca do TIG (Transtorno de inferioridade grave):
Patologia adquirida na infância, não encoberta por fator algum; uma ferida aberta na mente do ser, a qual poderá sangrar por toda a vida caso não seja apercebida e tratada. O indivíduo portador segue sua vida sempre protegendo-se de um inimigo que não existe e nem ao menos se apercebendo de tal atitude. Vive inocentemente guiado pelas dores lhe impostas na infância, a qual foram peças chaves em sua formação psicológica. Não se faz exclusivamente necessária o “momento x” onde os malefícios do inconsciente seriam despertados, já que, neste caso, estes males não estão inativos, mas estão constantemente perturbando seu portador e, de maneira alguma, apercebidos, encarando a pessoa assim como algo normal de si mesmo; crendo ela que seu agir anomálico é algo necessário já que esta não pode jamais sentir-se inferior ou reduzida, pois irá inconscientemente projetar-se na sua infância, onde realmente o foi, e assim irá executar ações radicas de fúria e desavença afim de afastar-se daquilo de qualquer maneira, guiada por um desespero silencioso e jamais compreendido já que provem de símbolos residentes nas sombras de inconsciente.

- Diagnóstico:
Similar ao da TIA, porém, mais intenso. A pessoa poderá variar seu psicológico em até mais de duas instâncias, tendo também tendência a refletir outras personalidades, as quais admirou por x motivos e passou assim a interpretar (vampirismo), findando assim uma conexão com seu admirado devido a insatisfação consigo mesma.

-Tratamento:
Similar ao da TAC. Ressaltar intensamente a questão da necessidade do cessar do “orgulho” para o início do processo de cura, pois a pessoa deverá aceitar o fato de que muitas vezes não age racionalmente, mas é guiada pelas sombras do seu inconsciente e que, por isso, já estragou muitas coisas em sua vida e ainda o irá faze-lo caso não se de ao esforço de reconhecer e encarar esta patologia.


Conclui-se, pois, que as pessoas com a patologia em questão são escravas do inconsciente; sabendo, porém, que todas são em parte, mas estas recebem maior relevância já que são também guiadas pelos traumas contidos neste, os quais devem ser tratados caso apercebidos, pois referem-se a uma questão séria, a qual pode estragar não só a vida do indivíduo como a de muitos a sua volta.

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