sábado, 20 de abril de 2013

359 - O Orgulho do Galante


Carrego no corpo o suor de mulheres; meus lábios estão feridos por mordidas de prazer. Meus olhos
curvaram-se em um orgulho frio; meu vazio ainda grita pelos amores que eu não pude ter.

Algo habita em minha mente; em minha mente algo habita! Algo que eu nunca tive; algo que chora, algo que grita. E esta loucura não me deixa! Morre e ressuscita.

Mulheres de idade, jovens princesas;  moças de simplicidades e varoas de riquezas. Foram tantas as certezas que já tive em meu viver! O que dizer se sempre eu me enganei? Aonde foi que eu errei? Aonde foi?

Conheci os gemidos de delicias de fogo! Joguei este jogo com cartas de sedução! Acertei umas vezes e outras não! Feri meu coração e deixei outros feridos. Fui alvo de cupidos caducos, crianças do céu! Ao mel das mulheres misturaram paixão, mas a paixão o percebeu e tomou-me em seus braços. E até hoje namoro com ela, em beijos e amassos.

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