terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

351 - Lágrimas da solidão de uma criança


O dom de escrever, ao meu ver, Adrian Mcoy, não fora de maneira alguma algo que simplesmente nasceu comigo! De certo que eu possa ter tido uma pretensão a área devido a fatores genéticos, porém, estou certo de que a minha infância teve um papel fundamental na construção de minha capacidade criativa.

Sofri um Bullying violento por, aos 5 anos, começar a usar um óculos com simplesmente “6°! Algo um tanto gigante para um menino pequeno e magrelo ter que viver portando. Além de que meus dentes incisivos eram consideravelmente inclinados, rotulando-me como dentuço, Mônica, e afins. Diante a isso passei toda a infância como uma criança isolada, sem nenhuma autoestima, encontrando, porém, seu refugio nas centenas de jogos de videogame e nos brinquedos que possuiu, tais como os bonecos dos Cavaleiros do Zodíaco, com os quais eu tinha de inventar guerra contra os ursinhos de pelúcia que eu pegava na maquininha de ursinhos de uma lanchonete ao lado de casa. Estas coisas praticamente forçaram-me a ser uma pessoa criativa, pois, do contrário, a solidão e o marasmo me seriam algo depressivo.

Ao chegar na adolescência, com a graça da inteligência que obtive através da infância, me auto libertei da timidez embutida em mim pela minha baixa estima e consegui assim criar um método de absorção de personalidades a fim de que eu conseguisse me interagir notavelmente no meio social. Obtive sucesso e por isso vivi uma adolescência onde consegui cumprir todos os meus desejos.

Chegou assim a fase adulta e com isso a faculdade. Como havia acabado de formar no colegial resolvi utilizar o dom que sempre fora admirado pelos meus professores e escrever um livro relacionado ao tema. O processo de escrita levou quase dois anos, também por não ter experiência alguma com livros, mas tal obra fora concluída chamando-se “Colegiais: o auge da popularidade” – Link na editora: www.clubedeautores.com.br/book/117319--Colegiais

Após a conclusão deste não parei mais! Me apaixonei pela escrita de tal maneira que não conseguia mais fazer outra coisa. Por trabalhar de maneira autônoma eu tinha tempo o suficiente para me dedicar também a isso. Escrevi assim mais 2 romances, 1 ficção, 1 não-ficção, 3 de poesia, e 1 teatro; totalizando os meus 9 livros, com obras registradas até na Biblioteca Nacional. Link para os livros: www.clubedeautores.com.br/authors/39533

Através de minha história poderemos concluir que minha habilidade para ter feito o que já fiz não veio do “nada”; fora forjada em lágrimas da solidão de uma criança.

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