quarta-feira, 14 de março de 2012

311 - Eterna valsa de ilusão


Se acaso o mal bater em vossa porta
Abra-a dizendo-lhe: Tu não existes!
Revista-te com a coroa sabedoria
e brinque com ele
Fume com ele, beba com ele,
transe com ele

O exorcista lhe ofenderá!
Mas deveras tu apenas rir
Abrace teu mal e gire com ele
Nesta eterna valsa de ilusão

Teu coração? Esqueças!
Ele já não bate!



*Adrian Mcoy - Estilo de poema "AISLING" - Sec.XVII - Irlanda

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