sábado, 21 de janeiro de 2012

271 - Estrelas em tuas costas


Foi como uma estrela em minhas noites!
Você brilhou, brilho distante!
E brilha e vai brilhando; nunca mais como era antes.
Seria assim, divino, se acaso o eu menino
já tivesse, pois, crescido

Talvez mais atrevido, fosse minha obrigação;
em contrapartida
Talvez eu não desejasse conquistar teu coração

Estrelas em tuas costas; prazeres em um colchão
Um caminho ao olhar de hórus
entre as loucuras de uma paixão
Sem razão, sem direção; se envolver sem pensar:
O que está acontecendo?
Um delírio, os prazeres de uma vida:
Eu estava enlouquecendo

Me perdendo nas dores de minha própria carência
Despertando os enteados de minha demência
Sentindo a ardência de uma ferida
infantil e mal resolvida
Rendendo-me as algemas das prisões de uma vida

Sigo crente, sabendo ser um tolo irreverente,
rente a minha hipocrisia
Pois pode tudo ter sido um jogo,
fantasia, uma estrela cadente
Mesmo assim afirmo:
Faria tudo novamente!

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