domingo, 8 de maio de 2011

170 - Vento (Flores Mortas no Jardim)


Sopro que toca meu rosto
Em noites frias! Madrugadas!
Os ventos me acompanham
Na solidão destas estradas
Eu corro! Eu corro!
E peço, pois, socorro!

Vento! Me diga: Onde levastes meu amor?

Eu corro! Eu corro! E caio, agora eu morro!
Que soe uma sirene! Que bata um tambor!
Vento da noite! Do desconhecido
Maldito e atrevido! Saia, pois agora!
Vem como ciclone! Leve-me embora!
Venha me levar! Assim como a levou
Pois agora minha vida...
Minha vida se acabou.


*Poema integrante do livro "Flores Mortas no Jardim" - Adrian Mcoy


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