domingo, 8 de maio de 2011

160 - Aos pés da cruz (Flores Mortas no Jardim)



Na vida vou descendo...
Escuridão... Solidão... Morte!
Uma luz no horizonte me ensina a viver
Um amparo em minha vida
Nela eu posso crer!

Vi as chamas do inferno de um povo fariseu
Que se ofendem e se devoram...
E dizem crer em Deus!

Eu sofri penosa e amargamente por demais
O Senhor me avisava que nem tudo era alegria
Eu chorei penosa e amargamente por demais
Enquanto me ajoelhava no circo da hipocrisia
Mas quem diria! Tu libertarias o meu ser!
E me mostraria, assim...
A magia do viver!

Quem diria!
Que hoje eu sigo rente a tua luz
Hoje sinceramente eu me ajoelho...
Aos pés de tua cruz!

Luz... Comunhão...Vida!

Tudo agora é festa! Mas acautelo-me do terror
De qualquer maneira... Agradeço ao meu Senhor!


*Poema integrante do livro "Flores Mortas no Jardim" - Adrian Mcoy


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