quarta-feira, 22 de setembro de 2010

004 - Brilham estrelinhas


Maravilhoso e incrível;
tão formoso e indescritível é o meu amor.
Paixão que sufoca e me enlouquece!
Minha razão carece de caminhar com esta dor.

Céu acinzentado de uma garoa fina!
Ao caminhar lembro minha menina
cantando de mãos cruzadas.
Lembro de seu olhar caramelado;

do teu corpo iluminado
sob belas as campinas estreladas.
Estrelas que brilhavam e te iluminavam!
Ousada estrela que ainda pode te tocar!
Queria eu ser uma estrela para em ti poder brilhar!

Brilha estrela! Brilham estrelinhas!
Brilha forte nas campinas; ilumina o meu amor!
Brilha estrela! Brilham estrelinhas!
Brilha intenso, brilha fraco; ou seja como for!
Apenas brilhe, por favor!

Brilha estrela! Brilham estrelinhas!
Brilha nos meus sonhos trazendo-a para mim!
Brilha estrela! Brilham estrelinhas!
Só por uma noite eu queria que tudo fosse assim!

Brilha estrela! Eu quero-a de volta!
Brilha estrela! Ao menos quero ouvi-la!
Brilham estrelinhas no escuro desta revolta!
Eu preciso-a de volta! Queria tanto poder senti-la!

Embriaga-me no fervor daquelas vinhas!
Brilham estrelinhas!
Brilhem sobre ela! Embriaga-me no fervor,
no fervor daquelas vinhas!

Brilham! Brilham estrelinhas!
Brilhem eu meu eu doente!
Embriaga-me no fervor, no fervor,
no fervor daquelas vinhas!

Brilham! Brilham! Brilham estrelinhas!
Brilhem sobre a gente!
Brilhem quente e novamente!
Brilhem sobre a gente!



*Poema integrante do livro "Flores Mortas no Jardim" - Adrian Mcoy








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